Uma importante instituição ligada ao Banco Mundial, o Intenational Finance Coporation (IFC), aponta o Brasil como modelo para a produção sustentável de cana-de-açúcar e seus derivados. Publicado em novembro de 2011, o trabalho de 696 páginas com o título de “Good Management Practices Manual for the Cane Sugar Industry” (“Manual de boas práticas para a indústria de cana-de-açúcar”) mostra tecnologias de última geração e modernas técnicas de plantio e colheita de cana usadas na América do Sul, Ásia e África.
Luiz Fernando do Amaral, gerente de Sustentabilidade da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), afirma que o documento do IFC cita, por exemplo, o uso do bagaço de cana na produção de bioeletricidade, um diferencial das usinas brasileiras. “O reaproveitamento do bagaço de cana é um dos muitos aspectos que credenciam o setor sucroenergético brasileiro como um modelo sustentável. Além de autossuficientes em eletricidade, as usinas exportam o que produzem a mais de energia para o sistema elétrico justamente durante o período do ano em que o nível dos reservatórios está mais baixo,” explica Amaral.
Outro ponto importante é a reutilização de subprodutos industriais de base orgânica no processo produtivo da cana-de-açúcar, caso de insumos agrícolas como a chamada torta de filtro e a vinhaça. Ambas são utilizadas como fertilizantes, substituindo o uso de produtos de base fóssil. “É uma busca constante por maior eficiência com ganhos de sustentabilidade importantes,” afirma Amaral.
A matéria completa pode ser lida em: http://www.unica.com.br/noticias/show.asp?nwsCode=%7B7D848761-7DF7-4986-91B4-E0F3446F0080%7D
Luiz Fernando do Amaral, gerente de Sustentabilidade da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), afirma que o documento do IFC cita, por exemplo, o uso do bagaço de cana na produção de bioeletricidade, um diferencial das usinas brasileiras. “O reaproveitamento do bagaço de cana é um dos muitos aspectos que credenciam o setor sucroenergético brasileiro como um modelo sustentável. Além de autossuficientes em eletricidade, as usinas exportam o que produzem a mais de energia para o sistema elétrico justamente durante o período do ano em que o nível dos reservatórios está mais baixo,” explica Amaral.
Outro ponto importante é a reutilização de subprodutos industriais de base orgânica no processo produtivo da cana-de-açúcar, caso de insumos agrícolas como a chamada torta de filtro e a vinhaça. Ambas são utilizadas como fertilizantes, substituindo o uso de produtos de base fóssil. “É uma busca constante por maior eficiência com ganhos de sustentabilidade importantes,” afirma Amaral.
A matéria completa pode ser lida em: http://www.unica.com.br/noticias/show.asp?nwsCode=%7B7D848761-7DF7-4986-91B4-E0F3446F0080%7D


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